domingo, 7 de junho de 2015

Uma luta contra o Mosquito


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A partir de Outubro poderá vir a ser comercializada a vacina contra a Malária, este disparo de saída está dependente apenas da aprovação das agências reguladoras internacionais.

Este seria (e,esperemos, será) o início da prevenção de uma doença que mata mais de 1.300 crianças por dia em África (1 criança morre a cada minuto que passa devido à picada do insecto que propaga a malária).

As crianças em África chegam a ter malária várias vezes ao ano. Sempre ouvi dizer que em tendo uma vez, tens para sempre, embora latente. Não sei, só sei que quando a picada do insecto transmissor se dá novamente, e a doença aparece, não sempre é possível combatê-la.

Os efeitos são claros, variáveis mas perceptíveis, contudo não sempre há médicos nas comunidades mais afastadas, ir até ao posto mais próximo supõe perder dias de trabalho, de rendimento, e gastar o pouco que há. Mesmo sabendo-se doente, não há dinheiro para medicamentos, e há ainda os curandeiros que prometem a cura rápida através de meios naturais que muitas vezes nublam a vista de quem precisa acreditar, levando-os por vezes à morte. (não sempre é falta de noção, às vezes é falta de opção)


As crianças, menos resistentes, têm uma sina certa, ou morrem ou ficam profundamente fragilizadas física e intelectualmente. Perdem capacidades cognitivas, raciocínio e, com isso, capacidade de um dia vir a mudar de vida. A sonolência apoderasse delas e o atraso na aprendizagem é inevitável, não poderão dar o melhor de si porque o perderam com a doença.

Esta epidemia tem vindo a diminuir com os anos e o aumento da prevenção, contudo há ainda muito trabalho a ser feito. Estas vacinas não são 100% eficazes, mas são um enorme passo.


Este é o mapa da distribuição da malária no mundo.
(penso que é notório o elemento em comum)

É complicado avançar na vida quando todos os dias temos de lutar contra a morte, tentar esquivá-la, tentar não ser derrubado por um mosquito.

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