Já todos ouvimos e vimos hoje a saída abrupta da Manuela Moura Guedes a meio do directo na Barca do Inferno.
Sei que a Manuela pode não gostar a todos, é irónica, persuasiva, arrogante, e muito comentada (o que também não ajuda), mas apesar do seu polémico passado mais recente, ela cresceu como uma boa profissional, arriscada mas segura, e não há justificação para ser tratada assim, em directo, por um puto especialista em contar piadas.
A cena foi vergonhosa, o Nilton, que tem graça para quem a tem, mas que eu ainda não percebi quem lhe viu atributos e deu bandeira para estar num programa de actualidade e política, confundiu ali os papeis, esqueceu-se que era moderador, que não pode tomar partidos radicais junto das comentadoras e, sobretudo, que não é quem para tratar uma profissional como se fosse uma criança mal comportada a quem dá ralhetes em frente à turma, gozando-a no fim.
A qualidade do vídeo não é a melhor, mas dá para perceber a cena.
Goste dela ou não, paciência, ele não está lá para fazer amizades, nem ele nem o resto de colaboradoras (sendo que Isabel Moreira já foi bastante inconveniente pondo Moura Guedes em causa nas redes sociais...que técnica tão fácil) não gostam mais, gostam menos, decidam isso nos bastidores, mas não criem situações ridículas e desconfortáveis para o programa e seu público.
Que a Manuela se põe a jeito, que tem falado com algumas lacunas em informação e técnicas de comunicação, certo, que se deixou levar pelo desentendimento público com Moreira para a questionar de forma menos correcta, certo também, mas a Barca é um debate, e os debates às vezes fazem elevar o tom e os ânimos, levando a confrontos directos, que devem ser amenizados pelo moderador que, neste caso, se esqueceu que o era.
Acho que ela fez muito bem em sair, sairia eu também. Não há paciência para estar a partilhar tempo, espaço e latim com com quem não nos respeita, não nos considera, não sabe estar e, sobretudo, não quer que estejas. Então danem-se, fiquem todos no inferno (que o é, o nome assim o indica) e descutam entre eles TSU's, mandem-se calar, achincalhem-se, finjam-se de cultos, sejam-no a sério, amuem, virem a cara a quem vos fala, brinquem, zanguem, tudo tal e qual como se estivessem num parque infantil, a final, alguns ainda são muito crianças.
Acho que ela fez muito bem em sair, sairia eu também. Não há paciência para estar a partilhar tempo, espaço e latim com com quem não nos respeita, não nos considera, não sabe estar e, sobretudo, não quer que estejas. Então danem-se, fiquem todos no inferno (que o é, o nome assim o indica) e descutam entre eles TSU's, mandem-se calar, achincalhem-se, finjam-se de cultos, sejam-no a sério, amuem, virem a cara a quem vos fala, brinquem, zanguem, tudo tal e qual como se estivessem num parque infantil, a final, alguns ainda são muito crianças.
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