ERA O QUE FALTAVA, MAS ERA O ESPECTÁVEL.
Nos seus breves meses de Governo não foi capaz de fazer nada em prol do seu país, não conseguiu um debate nem um consenso.
Perante a sua impotência, ou incompetência, pacta um referendo apelando ao NÃO, único resultado que viria dar razão à atitude do seu Ministério nestes meses. Era o Não uma resposta que o apoiava e lavava o ego.
Ganhou, por primeira vez ganhou, pode vangloriar-se de ter alcançado algo, e depois foi estremamente subtil e fez o que sabia ser a sua única saída gloriosa, demitiu-se.
Demitiu-se porque por mais que o Não ganhe, ele não sabe o que deve fazer a seguir, ou sabe que fará o que já fez, nada.
Foi inteligente a atitude e muito ao seu estilo a saída, dizer que sai porque ouviu que "Na Europa" (aquele ente omnipresente) não o queriam nas negociações. Pobre, não sai porque quer, ou por incapaz, sai para fazer o altruísta favor a outros.
Hahaha Ouuukei Varu, oukei.
Ainda há quem pense que a atitude foi grande?

Sem comentários:
Enviar um comentário